Geologia longo prazo

  • Vale do Curaçá
  • Estudos Geoquímicos e Geofísicos
  • IMIP1000
  • Investimento Mina Vermelhos

Para uma empresa de mineração, investir em geologia de longo prazo é parte da sustentabilidade do negócio. Aqui na Mineração Caraíba não é diferente. Ao longo dos anos, a companhia vem investindo bastante em geologia, e não é por acaso. O Vale do Curaçá é uma região rica em cobre e tem estruturas geológicas que favorecem tal condição. A prova disso é que nos últimos anos a Mineração Caraíba confirmou potencial de algumas novas minas, como por exemplo Surubim, Suçuarana, Angico e, agora, a tão esperada Mina de Vermelhos. Com a entrada da ERO COPPER CORPORATION, os investimentos cresceram significativamente e muitas boas notícias estão por vir.

O ponto de partida é sempre a análise bibliográfica dos órgãos e empresas que já mapearam (ainda que superficialmente) a região. Após isso, é realizado o mapeamento de campo no qual são buscadas evidências na área, como por exemplo rochas com ocorrências de mineralizações que apontam para possíveis alvos potenciais. Percebidas as evidências, é hora de realizar os estudos geoquímicos e geofísicos que visam constatar a presença de minerais e metais associados ao cobre e suas propriedades físicas (ex: gravimetria, magnetometria, pontencial induzido e eletromagnetismo). Um dos métodos utilizados pela equipe de prospecção da Mineração Caraíba é o IMIP1000, a qual avalia a as propriedades elétricas das rochas até 1000m de profundidade. No passado, o estudo do IMIP1000 foi um dos grandes impulsionadores de investimentos na mina Vermelhos.

Após os trabalhos de mapeamento geológico, levantamentos geoquímicos e geofísicos, são realizadas diversas programações de sondagem para avaliar diretamente a existências de rochas mineralizadas em subsuperfície.